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Papa do Mundo

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  Hoje, o meu coração está em luto. Ontem, estava doente, sentada na minha sala à espera da médica ao domicílio. Liguei a televisão, talvez para me distrair um pouco, e estavam a dar algo sobre o Papa — diziam que estava doente. E naquele momento, senti algo estranho, uma intuição súbita, quase silenciosa, que me disse: o Papa Francisco morreu. Mas não. Naquele instante ainda não tinha morrido. Só mais tarde, algumas horas depois, é que veio a confirmação. Que estranha esta intuição. E que fundo ela me tocou. O Papa Francisco morreu. E é um dia muito triste para mim. Para os católicos. Para os não católicos. Para todos os que, de alguma forma, encontraram nele um símbolo de compaixão, coragem e mudança. Fui criada na Igreja Católica. Mas quando o meu pai morreu, a minha fé estilhaçou-se. Não a perdi de forma dramática, apenas… afastou-se de mim. Tornou-se pequena, desbotada, irrelevante. E depois, anos mais tarde, apareceu o Papa Francisco. Um homem que não precisava de levantar a...

Crown. Chaos. Control.

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I don’t just walk into a room — I arrive. I don’t raise my voice — I let silence do the heavy lifting. And no, I’m not here to be liked. That’s a side effect. Never the mission. There’s this myth that power looks like a tailored suit, a sterile office, a polite smile framed by careful diplomacy. Darling, I am diplomacy — sharpened and dipped in velvet. But let’s be clear: beneath the velvet, there’s fire. And it doesn’t ask for permission. I wear elegance like armour, but I was built in chaos. My mind is a war room. My heart? A locked vault. I learned long ago that you don’t survive by being soft. You survive by being steel wrapped in silk. That kind of resilience confuses people. They call it ‘too much.’ They call it ‘intense.’ They call it ‘dangerous.’ And guess what? They’re right. I don’t play games unless I’ve invented the rules. I don’t bluff. I calculate. I don’t explode. I detonate, precisely, and only when necessary. There is a rhythm to my silence and a reason behind my storm...

Mujer Sin Miedo

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  No nací para pedir permiso. Y menos para rendirme. Ya lo intentaron todo conmigo: silenciarme con culpa, domarme con vergüenza, cansarme con obstáculos, y endulzarme con falsas promesas. Spoiler: no funcionó. Soy esa mujer que no se fue cuando todos dijeron “ya no más”. La que recogió sus restos del piso, se armó con rabia y dignidad, y volvió a la batalla con la mirada fija y los puños apretados. No estoy aquí para ser ejemplo. Estoy para arruinar las estadísticas. Dicen que el destino está escrito. Perfecto. Entonces yo soy el error de ortografía. La línea que no calza. La mancha que nadie puede borrar. Yo no vine a cumplir ninguna profecía ajena — vine a romperlas todas. He muerto varias veces. He enterrado sueños que me partieron el pecho. Y aún así, sigo. No porque sea fuerte, sino porque ya no tengo otra opción que resistir. No me dejaron nada… así que ahora no tengo nada que perder. Y eso, cariño, es lo que realmente asusta al destino . Porque una mujer que no tiene miedo ...

alma em chamas

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não sou flor. sou fogo. e nunca precisei que ninguém me regasse para crescer. sou uma mulher que vem de uma geração que já não pede desculpa por existir. uma geração que já não suaviza para caber. uma geração que já não disfarça força com delicadeza. sou feita de escolhas difíceis, silêncios pesados e decisões que ninguém viu. mas que me trouxeram até aqui — inteira, bruta e desperta. não me deixo reduzir à coroa que carrego. porque por baixo dela, há cicatrizes. há sombras. e há uma força que não grita — mas quando fala, faz tremer. há dias em que sou paz. há dias em que sou luta. e ambos são legítimos. aprendi a não pedir permissão para ser tudo o que sou. porque a verdade é esta: nada me abala. posso hesitar por segundos, mas nunca caio por completo. sei cair de pé. não sou mulher de meias palavras, nem de sentimentos mornos. se amo, amo com o peito aberto. se corto, corto limpo. não sei fingir o que não sinto — e isso assusta muita gente. porque sou t...