Sou
Sou. E isso basta. Sou mulher, inteira, presente, com raiz e com voz. Sou força que não se impõe aos gritos, mas que se sente. Sou moral. Sou princípios. Sou lealdade. Sou carácter. Sou aquela que entra e permanece, mesmo sem pedir lugar. Não preciso que me reconheçam. Eu sei quem sou. Não vivo para agradar, nem para provar nada a ninguém. A minha força não está no que mostro, está no que sou. Não se mede, não se copia, não se imita. Não me deixo cair por ninharias. As picardias, as intrigas, as coisas pequenas… passam-me ao lado. Não gasto energia com o que não constrói. Mas sim, também quebro. E quando quebro, é porque foi grave. É porque houve traição. É porque alguém tocou onde não devia, com uma intenção suja. E aí, sim, não deixo passar. Porque não vivo em função do que os outros acham, mas também não deixo que me desrespeitem. Não é vingança. É autorrespeito. É dignidade. A minha sensibilidade não é fraqueza, é filtro. Sei quem vale a pena e quem não vale tempo nenhum. E quando ...