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Quando me amei...

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    Quando eu me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Autoestima. Quando eu me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, o meu sofrimento emocional, não passava de um sinal de que estava a ir contra  as minhas verdades. Hoje sei que isso é... Autenticidade. Quando eu me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo a isso de... Amadurecimento. Quando eu me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesma. Hoje sei que o nome disso é... Respeito. Quando eu me amei de verdade comecei a livrar-me de tudo o que não fosse saudável... Pessoas, tarefas...

Vou fazer uma festa dentro de mim!

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Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta. Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo. Eu sei chorar toda encolhida abraçando as pernas. Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras, e falta de ar... Venha a mim e eu serei sua!   Em bom rigor, eu sou o intervalo entre o meu desejo e aquilo que os desejos dos outros fizeram de mim! Resolvi dar férias para as dores, tristezas e deceções da vida! Cansei de reclamar, de achar culpados para a minha angústia. Resolvi mandar tudo plantar batatas e decidi: vou fazer uma festa dentro de mim! Para começar eu fui para o espelho ensaiar o meu melhor sorriso, vou retirar aquelas marcas da minha testa (não a cicatriz, que essa ainda não sai), e vou deitar fora essa máscara de dor que por vezes me acompanha. E preparem-se: eu quero é ser feliz, quero conhecer pessoas alegres, ou calmas, mas com boa onda, para...

Tenho COVID!

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  Estou doente! Tenho COVID! Estou confusa no momento, é da febre que me põe tonta. Mas vou lembrar-me que ninguém anda com os pés fora do chão. Sinto-me a transpirar pela face. Sinto a contrariedade da alma. Quero colo que não vem. Quero tudo aquilo que não tenho. Quero parar de tossir. Quero parar de tanto querer. Quero conseguir voltar a dormir! Seja como for, eu sei, pois já passei por isto, e vai passar novamente. Costumo fazer promessas, mas elas nunca são cumpridas. Então aprendi que não devemos prometer eternidade se tudo for banalidade. Pela terceira vez, e que seja a última!     

To my friend D. May his soul rest in peace and shine brightly in the sky!!

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  O Meu coração vestiu o luto eterno porque partiste deste mundo. Não sei como te dizer adeus para sempre quando ainda tinha tantas outras coisas para dizer. Queria ter tido mais tempo para fazer tudo que pensei para evitar tal tragédia. Ainda pedi ajuda, mas já não foi a tempo. Ainda sonhava viver ao teu lado, pois tinha tanto a aprender contigo. Passaram-se dias, meses e anos. O mundo continua a sua caminhada como antes, mas para mim nada voltou a ser igual. Sinto a tua falta todos os dias. Não consigo parar de pensar neste tema. Claro que não todos os dias, mas por vezes a saudade bate muito forte, como hoje. Alguns, muito bons amigos, passaram por este medo silencioso. Outros dois contaram e não foram as vezes, no que iam fazer. Não sabia mais como ajudar. Concretamente para um deles, o meu querido D, os sinais estavam todos lá. Ele fez questão de me contar tudo. Hoje ainda tenho aquela sensação de culpa, que o tempo não faz passar. Hoje à noite revi o filme "GIA...

Voltei de Férias...

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  Voltei de férias e atualmente rendida por uma aplicação de encontros que desconhecia por completo. Após uma breve, muito breve desilusão, uma amiga meteu-me nisto. Ainda pensámos ir juntas para uma escola de dança e conhecer pessoas novas. Gostei da ideia. De ir aprender a dançar o tango, o Chá Chá Chá, o Paso Doble e o Jive. Sempre me fascinaram estes tipos de danças. Contudo, o primeiro intuito era o de conhecer novas pessoas e só depois as danças. Mas foi mais fácil para a minha amiga apresentar-me uma aplicação de encontros uma vez que o telemóvel estava mesmo ali à mão. Ela explicou-me que nessa dita App eram as mulheres a darem o primeiro passo, sem risco de serem incomodadas por estrupícios da vida. Fiquei a pensar no assunto e ponderadamente, ou talvez não (ainda estou para perceber o que me levou a tomar o primeiro passo) resolvi aventurar-me.   Falei com um, e eliminei, falei com o segundo e voltei a eliminar até que chegou o terceiro. Com um discurso ...