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FEMALE EMPIRE CLUB. 🍒

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There comes a time in a woman's life when "You'll end up alone" stops sounding like a threat and starts sounding like a rather attractive property listing. Peaceful surroundings. No unwanted noise. Excellent company. Where do I sign? As it happens, there is somewhere to sign. We have a club. Admission is not by age, status or marital arrangement. Admission is by experience, and the entrance exam is unfortunately administered by other people. Membership is free. The fees were paid earlier, in instalments, over several years. The premises are warm. The company is excellent. The door policy is civilised and absolutely non-negotiable. Naturally, there are applications. Most are unsuccessful. "She's changed." She has. Experience does occasionally produce results. "She's become very selective." Indeed. Even my email has a spam filter. It seemed absurd to give strangers better screening than people entering my life. "She's d...

THE WRONG NAMES. 🍒

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I do admire society's commitment to asking questions. What's her name? What was she wearing? Why didn't she leave? Why didn't she speak sooner? Such enthusiasm. Practically a detective agency. Then someone asks who might have participated, enabled it or looked the other way. Oh, dear. The detective agency is now a spa. Discretion. Privacy. A soothing silence. Would sir care for a warm towel? Apparently, a woman's private life is everybody's business. Ask questions about powerful men, however, and suddenly we're terribly concerned about etiquette. Mustn't make a scene. There are reputations in the room. Investigate properly. Establish the facts. But "What can be proved?" and "How can we make this go away?" are rather different questions. Even when asked by the same expensive lawyer. I have no interest in turning Jane Doe into a public attraction. My curiosity lies elsewhere. With whoever decided that protecting a repu...

NÃO HÁ REUNIÃO DE DESPEDIDA. 🍒

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Há pessoas que ficam muito surpreendidas quando deixamos de lhes falar. Lembram-se perfeitamente do que fizeram. Só não contavam com consequências. É uma diferença pequena, mas estraga-lhes imenso o dia. «Mas podias ter dito alguma coisa.» Disse. Várias vezes. Com calma, com cuidado e com aquele extraordinário talento para explicar uma falta de respeito sem ofender quem a cometeu. Na altura chamaram-lhe exagero. Agora chamam-lhe silêncio. Vejo com agrado que o vocabulário está a evoluir. Depois vem o clássico. «Não estou a perceber.» Pois. A compreensão nunca foi tão lenta quando havia alguma coisa a receber. Nessas alturas era uma rapidez notável. Quase fibra ótica. Ofereci o meu lado bom. Paciência, disponibilidade e desculpas que tive, inclusivamente, de inventar por eles. Defendi intenções que os próprios desconheciam. Um trabalho admirável, sobretudo para quem nunca passou recibo. Agora querem uma última conversa. Um esclarecimento. Um ponto da situação. Talvez ...

EL ÁLBUM NO ES UNA LISTA DE INVITADOS. 🍒

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A los sesenta, una tiene recuerdos para escribir varios libros. Y suficiente criterio para cambiar algunos nombres. Por elegancia y para evitar que alguien quiera cobrar derechos por haber sido un idiota. He pasado momentos maravillosos con personas con las que hoy no tengo contacto. Amigos de otras épocas, compañeros de trabajo, grupos inseparables. Lo de inseparables duró hasta que dejé de organizarlo todo. Un misterio precioso. Pero los buenos momentos existieron. No necesito borrarlos ni organizar una cena para comprobar si todavía tenemos algo en común. Hay experimentos que no requieren financiación. La nostalgia, además, hace unas selecciones magníficas. Conserva las carcajadas y elimina al que nunca pagaba, a la que convertía cada conversación en su autobiografía y al experto que daba consejos desde el incendio de su propia vida. Qué grupo tan encantador después de editarlo. Yo guardo las fotos. Pero una tarde divertida en 1998 no concede acceso ilimitado a mi agend...

OS HOMENS SÃO COMO AS PLANTAS. 🍒

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OS HOMENS SÃO COMO AS PLANTAS. 🍒 Há quem diga que os homens são complicados. Não concordo. Os homens são um bocado como as plantas. Uns precisam de atenção constante. Outros sobrevivem perfeitamente sem ela. Alguns florescem quando são ignorados. E há aqueles que, por mais que os reguemos, continuam a ser uns cactos. O problema é que ninguém nos entrega um manual de instruções. Compramos a planta, achamos-lhe graça, escolhemos-lhe um lugar especial na nossa vida e começamos a tratar dela. Damos-lhe luz, água, carinho e, quando necessário, um bocadinho de fertilizante emocional. Até que um dia percebemos que estamos a manter um jardim botânico inteiro e que ninguém se lembrou de perguntar se nós também precisávamos de ser regadas. Depois há a classificação. Os bons lixam-te. Os maus lixam-te. E os restantes não sabem como te lixar. É uma espécie de seleção natural, mas com menos Darwin e mais despesas de cabeleireiro. Os bons costumam ter boas intenções. Infelizmente, as b...

BECOMING A PROPER BITCH. 🍒

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Day 22. Management has changed. “You’re not the sweet girl I used to know.” Oh, darling. I know. That sweet girl was lovely, wasn’t she? Always understanding. Always available. Always giving people the benefit of the doubt, even when there was no doubt left to benefit from. She believed in second chances. And third chances. And fourth chances, because apparently she was running a charitable foundation for the emotionally incompetent. She listened. She forgave. She made excuses for people who couldn’t even be bothered to invent convincing ones themselves. And when someone needed something? There she was. A sort of emotional 7-Eleven. Open twenty-four hours a day, no appointment necessary, no questions asked, and apparently everything was free. Unfortunately, the business model was unsustainable. She went bankrupt financing other people’s egos. So yes. I’m a bitch now. A proper one, apparently. Not because I’ve suddenly developed a passion for being unpleasant. Quite the o...